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AACR2r em MARC21 














 
AACR2r em MARC21

Antônia Mota de Castro Memória Ribeiro

4ª Edição 2009

Editora: Prórpia autora

Livro + CD-ROM

R$ 185.00

AACR2r em MARC21

Visando atender a um expressivo número de bibliotecas brasileiras que já usam a automação, além das correções normais, surgidas em uma nova edição, esta 4a. edição (2009), assim como a 3a. edição (2006) e sua reimpressão com correções (2008), aparecem com uma inversão na forma de apresentação dos exemplos. Ao contrário das edições anteriores, 1a. (2003) e 2a. (2004), que os exemplos aparecem impressos no corpo da publicação, em catalogação tradicional norte-americana e brasileira, nesta 4a. edição aparecem em Machine-Readable Cataloguing (MARC), hoje MARC 21, ou simplesmente MARC. Os dois formatos continuam juntos no CD-ROM e da mesma forma em todas as edições: reprodução da fonte principal de informação de cada item, catalogação na forma tradicional e, em seguida, no formato MARC.

Todos os capítulos, com a mesma seqüência numérica, alterações e nova terminologia do “AACR2 2002 Revision”, foram incluídos nas edições anteriores deste manual, e continuam nesta 4a. edição. O Cap.1, o mais extenso da primeira parte, concentra todas as regras gerais de descrição que se aplicam aos diversos suportes da informação. Do Cap. 2 – Livros, folhetos e folhas soltas impressas ao Cap.12 – Recursos contínuos (antigo Publicações seriadas = Serials), sem numeração seqüencial completa, mas com o mesmo sistema de indicadores do Código, só incluem as regras diferentes e/ou específicas, acompanhadas de seus exemplos. Na 2ª Parte, foram incluídos todos os capítulos, e também o Apêndice D – Glossário. Os demais apêndices: A – Uso de maiúsculas; B – Abreviaturas; C – Numerais; e E – Artigos Iniciais, todos, cujas regras complementam as demais do Código, só aparecem aplicadas nos exemplos.
Os exemplos permanecem os mesmos, com correções que foram surgindo à medida de seu uso em cursos e pesquisas, sem comprometer as regras neles contidas.

Na DESCRIÇÃO: a) Pontuação, caso específico de uma virgula, que foi eliminada, já que vinha suscitando polêmica. Era usada na falta de uma pontuação ou em substituição a dois pontos na indicação de responsabilidade de uma fonte principal de informação, o que não alterava a regra do Código e nem da gramática da lingua portuguesa, mas julgada desnecessária. b) Atualização de dados da descrição de alguns recursos contínuos, não só no Cap. 12, como em outros capítulos. c) Nos campos, subcampos e indicadores do MARC, principalmente, no campo 440, informações de série. A novidade que entrou em vigor a partir de 2009, cancelamento do campo 440 e sua substituição pelo campo 490. Sua aplicação já aparece nos exemplos, onde requerida. Os mais expressivos desta mudança são os que acompanham as regras gerais da área de série, Cap.1, Regra 1.6. Entre os demais, destaca-se o da Figura 1-51, usando o primeiro indicador 1, gerando entradas secundárias em 830.

Nos PONTOS DE ACESSO (já constam da 3a. edição 2006 e 2008): a) Entrada pelo título uniforme para filmes cinematográficos e gravações de video, Cap. 7 e, por instruções da Library of Congress, também para recursos eletrônicos, Cap. 9, como Microsoft Windows, WordStar etc.; b) Entrada das entidades do Poder Legislativo do Brasil, de acordo com a forma correta dos nomes que aparecem nas Constituições brasileiras; não se trata apenas de Congresso (Congress) como nos Estados Unidos, mas Congresso Nacional, constituído de Senado Federal e não só Senado (Senate), e Câmara dos Deputados (R24-13, 24.18, Tipo 8, R24-21); c) Abreviatura do nome de uma pessoa, usada como elemento no estabelecimento da sua entrada como entidade: chefes de estado, de outras autoridades governamentais, de papas e outras autoridades. Para esta abreviatura não há regra fixa, deve ser a forma abreviada consagrada pelo uso no país, e que realmente identifique a autoridade em qualquer época e em qualquer lugar. O que estava sendo usado para presidentes era abreviar, e sem critério definido, formas já abreviadas de seus nomes. Depois de várias fontes pesquisadas, e procurando garantir a uniformidade de tratamento das abreviaturas para este uso, como sugestão, foram estabelecidas as entradas para todos os Presidentes do Brasil, em 21.4D.

O “AACR2 2002 Revision” não sofreu grandes alterações, tanto assim que continua sendo editado como revisão, e não como nova edição. Entre suas alterações, sem considerar a nova redação ou a renumeração de algumas regras, comuns neste tipo de revisão, devem ser destacadas as que se seguem. A -- Inclusão de novos conceitos ou a alteração de outros, em decorrência do progresso tecnológico, e a disseminação de novos recursos, expressão assim usada, mais adequada e mais abrangente do que alguns termos anteriores: publicação, item etc. Recurso bibliográfico por exemplo, escolhido como termo para a nomeação deste manual, “uma expressão ou manifestação de uma obra ou de um item que constitui a base de uma descrição”. Recursos eletrônicos, Cap. 9, substituindo Arquivos de dados legíveis por máquina. Recursos contínuos, Cap. 12, em substituição a Publicações seriadas, conseqüentemente, alterando, com os novos conceitos, a abrangência e a abordagem dos assuntos tratados em todos estes capítulos. B -- Materiais cartográficos, Cap. 3, principalmente na área 3, dos dados matemáticos, com o acréscimo do tipo e extensão do recurso (3.3E); representação gráfica digital (3.3F) e numeração relativa a publicações seriadas (3.3G), possibilitando uma descrição mais precisa de materiais cartográficos apresentados sob a forma de recursos eletrônicos ou contínuos. C -- Recursos eletrônicos, Cap. 9, fazendo a distinção entre os recursos de acesso direto ou de acesso remoto; preferência ao próprio recurso como fonte principal de informação; opção para o uso de terminologia convencional na descrição física do recurso, não só dos já existentes como também de novos que vão surgindo, como CD-ROM, DVD, DVCAM etc. D – Recursos contínuos, Cap. 12, incluindo as publicações seriadas (serials) e os recursos integrados em andamento ou de inclusão permanente, por exemplo, atualizados por folhas soltas ou site da Web. E – Exclusão da regra 1.4D4, que estabelecia o uso abreviado do nome do editor, distribuidor etc. na 4ª área de descrição, quando este nome fosse identificado na área do título e indicação de responsabilidade, restringindo a utilização desta 4ª área para fins de recuperação por sistemas automatizados. Exclusão também da regra 22.12B, que determinava a inclusão de títulos de nobreza britânicos (Sir, Dame, Lord, Lady) nos cabeçalhos de entrada, o que pouco acrescentava e resultava em obstáculo ao alinhamento ou arquivamento pelo formato MARC. No entanto, sempre que necessário, estes títulos podem ser usados para a distinção entre nomes idênticos, de acordo com a regra 22.19B1. O mesmo obstáculo é causado pelas mulheres que se identificam apenas pelos nomes dos maridos, acompanhados pelo título de tratamento (Sra., Senhora e seus correspondentes em outras línguas), regra 22.15B1. Este título deve ser posposto ao nome, e não na ordem em que seria lógico ser usado. F – Expansão da regra 1.6 – Área de série, abrangendo situações variadas deste dado, como numeração parte integrante do título, designação cronológica após a indicação numérica ou alfabética, a pontuação para cada caso, alterando também aquelas regras correspondentes em outros capítulos. G – Criação do Apêndice E – Artigos iniciais, que consiste de uma lista de artigos dos idiomas mais freqüentes e que entram na composição de alguns cabeçalhos, especificamente dos títulos uniformes. H – Quanto aos pontos de acesso, fora algumas alterações já registradas nas suas revisões de 1988 e 1998, o que aparece na revisão 2002 é a exclusão do termo “proeminente”, ou “mencionado com destaque”, da regra 21.1B2d, obras que relatam a atividade coletiva de uma conferência, expedição, um evento etc.: ... “desde que compreendidos na definição de entidade, o estabelecimento de suas entradas não depende de serem mencionados com destaque no item que está sendo catalogado”.

Machine Readable Cataloguing (MARC)

Finalmente, não é intenção deste manual ensinar as regras do MARC, apesar de se tornar uma fonte prática para o seu estudo. Assim foram apresentados os campos e subcampos correspondentes às áreas da catalogação descritiva, aos pontos de acesso principal e secundários (com a exclusão dos de assunto), os indicadores, usando o símbolo # (jogo-da-velha) como espaço em branco e $ (cifrão) precedendo o delimitador de subcampo, com espaço entre eles, apenas para maior visualização da informação. E a partir de 2009, como já informado acima, a alteração do campo 440.

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